Diversidade de gênero

Para desmistificar a imensidão de informações que recebemos todos os dias, selecionamos alguns dos assuntos relevantes das últimas semanas. Falou-se muito de diversidade de gênero em diferentes conceitos como a ação do Burger King, os debates do SXSW, a tipografia da Just in Type e o documentário Laerte-se.

Através das campanhas de marcas renomadas que agem com originalidade e inovação, conseguimos nos aproximar da nossa realidade. Essa afinidade se faz ainda mais presente com o uso do digital.

O assunto não é nada novo, porém muito abrangente no mundo todo. Infelizmente, ainda faltam conhecimentos e abordagens sobre o tema. E é aí que o criativo aparece e as marcas alcançam visibilidade no mercado por sua representatividade.

Drag Queen estrela promoção do BK

O comercial é apresentado pela drag queen Anny B que divulga a promoção: 2 sanduíches por apenas R$15. A produção ficou sensacional e a iniciativa teve milhares de elogios dos fãs da hamburgueria, além da própria Anny B. “Foi uma grande oportunidade poder representar as drags neste comercial. Nossas características são muito próprias e um ator talvez não conseguisse interpretá-las”, comentou ela.

Uma fonte de respeito

Os designers brasileiros Tony de Marco e Diego Maldonado criaram a Represent, uma tipografia muito funcional e que abrange novas classificações de gêneros e orientações sexuais.

Documentário sobre a cartunista Laerte Coutinho

Engana-se quem acha que o filme abordará somente a carreira dela. Com lançamento previsto para maio pelo Netflix sob o tema Laerte-se, o primeiro documentário nacional da empresa de streaming conta a história da vida de Laerte, uma das personalidades mais criativas do país, com questionamentos para: afinal, o que é ser mulher?

SXSW recebe brasileiros para uma discussão pró-diversidade

O festival de cinema, música e tecnologia trouxe um painel com cases de ações brasileiras relacionadas à diversidade, com destaque para a campanha da Avon que atingiu a melhor média de pedidos da marca em 4 anos, representando o Dia Internacional do Orgulho LGBT.

Essas são algumas das ações que fizeram a diferença ao tratar de um assunto tão real e visível. Como estamos imersos nas tecnologias, devemos selecionar o que consumir e o que faz parte do nosso meio. Porque de nada adianta ‘ir de acordo com as correntezas’, se não transmitir a representação verdadeira de um pensamento.

Foto de capa

Do filme Her, de Spike Jonze. O personagem Theodore é um escritor solitário que se apaixona pelo sistema operacional do seu computador, com o nome de Samantha. Ele vê o mundo de uma forma diferente e demonstra as novas configurações de amor de maneira geral, além da conexão entre o homem e a tecnologia. Vale a pena assistir!